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Com que dieta eu vou?
Fonte: O Globo
Notícia publicada em: 18/06/2017
Autor: CLARISSA PAINS

Especialistas comparam jejum intermitente, três refeições diárias e a alimentação a cada três horas. A busca pela rotina alimentar ideal é, muitas vezes, um tormento na vida tanto de quem precisa emagrecer quanto daqueles que já estão no peso ideal, mas sabem que precisam de uma alimentação mais saudável. Para jogar luz sobre esse tema, comparamos os argumentos de defesa de três estratégias alimentares: o jejum intermitente — rotina hoje muito em voga, na qual o indivíduo não come por um período que pode ir de oito a 24 horas, em dias alternados ou duas vezes por semana; a alimentação de três em três horas; e a prática de três refeições ao dia.



Não se trata exatamente de dietas, porque essas estratégias não indicam o que a pessoa deve comer, e sim a frequência das refeições. Embora sejam opostas em muitos aspectos, cada uma delas é defendida por um séquito de nutricionistas, nutrólogos e endocrinologistas.

No entanto, a esmagadora maioria desses profissionais concorda em um ponto: não existe estratégia alimentar perfeita para todos. Enquanto algumas pessoas sentem fome a cada três horas e, se demorarem muito a comer, acabarão exagerando na refeição seguinte, outros são capazes de ficar períodos prolongados sem ingestão de comida e até ter a disposição e o ânimo melhorados justamente por isso.

Há, ainda, quem não esteja nem lá, nem cá. Estes não conseguirão fazer jejum, assim como se sentirão forçados a comer se tiverem que fazer isso em curtos intervalos de tempo — o que poderá levar até a um ganho de peso. Em geral, essas pessoas tendem a se sentir melhor com as tradicionais três refeições: café da manhã, almoço e jantar. Sem comidinhas intermediárias.

E a excelente notícia é que todas essas formas são válidas, desde que o organismo se adapte bem e que não haja contraindicação. Crianças e gestantes, por exemplo, devem passar longe do jejum intermitente, porque estão em fases da vida que demandam alimentação frequente.

Os especialistas ressaltam que a regra de ouro para não errar é que, seja qual for a rotina alimentar escolhida, ela seja acompanhada de perto por um profissional. Especialmente nos casos em que a pessoa já tem doença crônica ou distúrbio alimentar. Senão, o objetivo — tanto de emagrecer como de melhorar a saúde como um todo — pode nunca ser alcançado.

Os estudos mais recentes indicam que todas as três estratégias alimentares apresentadas nesta página podem ser feitas de forma saudável. Até o jejum intermitente, alvo de muita polêmica nos últimos anos, tem mostrado benefícios. Mas cada pessoa reagirá a essas rotinas de alimentação de um jeito diferente, por isso a importância do acompanhamento médico.

 



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