A FDA Aprova a Nova Terapia com Incretina para o Tratamento do Diabetes: LINAGLIPTINA
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Notícia publicada em: 01.09.2011
Autor: Kristina Fiore, Staff Writer, MedPage Today
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O FDA aprova outra terapia com incretina, a linagliptina (Tradjenta), para o tratamento de DM2, anunciou a agência.
O inibidor dipeptidil peptidase-4 (DPP-4) é indicado, em conjunto com dieta e exercícios para o controle dos níveis de hemoglobina glicada em adultos com a doença, afirma a FDA.
A Linagliptina foi estudada como monoterapia e também como um complemento ao tratamento à metformina, glimepirida ou pioglitazona, em uma série de oito ensaios clínicos com cerca de 3.800 pacientes - embora ainda não tenha sido avaliada a combinação com insulina.
Todos os estudos mostraram uma melhora na HbA1c, se comparado com placebo, afirma a FDA.
Diferente de outros inibidores da DPP-4, como a sitagliptina (Januvia) e a saxagliptina (Onglyza), a linagliptina não é excretada pelos rins. Assim, pode ser apropriada para pacientes com problemas renais.
A classe trabalha pela inibição da degradação das incretinas, como o peptídeo-1 glucagon-símile(GLP-1), que aumenta a quantidade de insulina liberada pelas células beta do pâncreas. As terapias com incretina também incluem análogos do GLP-1, como a liraglutida (Victoza) e o exenatide (Byetta).
A linagliptina é contra-indicada em pacientes com cetoacidose diabética, diz a agência.
Dentre os efeitos colaterais mais comuns citamos infecção das vias respiratórias superiores, congestão nasal ou coriza, inflamação de garganta, dores musculares e dores de cabeça.
A linagliptina será apresentada no Mercado pela Boehringer Ingelheim, em parceria com a Eli Lilly. n
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